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Resenha#8: Maze Runner – Correr ou Morrer | James Dashner

Em 10.12.2014   Arquivado em livros, resenha

Nome: Maze Runner – Correr ou Morrer
Editora: Vergara & Riba
Páginas: 426
Autor: James Dashner

Sinopse: Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam “A Clareira”, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar – chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr… correr muito. 

 
Confesso que não sabia da existência deste livro até que o filme foi lançado. Fui ao cinema com alguns amigos e, tão logo que sai da sessão, fui direto comprar o primeiro livro. Nossa, é muito bom.  

A estória gira em torno de um labirinto. No centro dele, está a Clareira. Todo mês um garoto era mandado para lá através de um elevador no subsolo, chamado de Caixa. Os garotos chegam lá totalmente desmemoriados. Isso passa, porém conseguem se lembrar apenas de seus nomes. 

Cada um tinha o seu papel na Clareira. A ordem era mantida. Todos tinham as suas tarefas, seus cargos, mas nunca deixaram de tentar encontrar alguma saída do labirinto. Esses eram os Corredores. Todos os dias, assim que as portas do labirinto se abriam, os garotos com melhores condições físicas corriam por dentro do labirinto para mapeá-lo e antes que os portões de pedra do labirinto se fechassem, eles voltavam ao seu QG e comparavam os mapas ao final do dia. A maior regra entre os Clareanos era: Prezar pela Ordem e não ficar no labirinto depois das portas fechadas. E a vida na Clareira foi assim até a chegada de Thomas. Ele implantou dúvidas na cabeça dos garotos. Alguns continuaram a viver sua vida pacata por lá, mas sempre olhando torto para Thomas. Os mais inteligentes, porém, compartilhavam das perguntas que o recém chegado fazia.

“De onde vem os Verdugos? Por que só aparecem durante à noite? Quem eram os Criadores e porque mandavam garotos para sofrer naquele labirinto? O que estava acontecendo lá fora?

E no meio de tantos questionamentos, uma garota aparece na Caixa no dia seguinte, em coma, e com uma mensagem bastante peculiar escrita num bilhete: Ela é a última. Os clareanos sabiam que as coisas não poderiam acabar bem. E o mais estranho de tudo: Thomas sentia que a conhecia a garota de algum lugar, e já sabia o nome dela. Era Teresa.
Muitos começaram a acreditar que Thomas tinha algo a ver com tudo que acontecia, apesar dele negar veementemente. Foi então que o Caos teve início. Eles começam a correr para sobreviver e acharem uma saída daquele labirinto. É nessa hora que eles acham os Criadores e descobrem, pelo menos de início, o porque de estarem ali. O que vai acontecer com eles de agora em diante? Será que finalmente estão livres de todo aquele sofrimento?


O livro é ação do início ao fim, e te prende de tal maneira, que você não consegue se desgrudar. A capa e a diagramação são perfeitas. Primeiro eu comprei o livro sozinho, depois acabei ganhando o box de aniversário e estou tentando baixar o ebook. Para mim, é uma das melhores distopias já feitas. Recomendo totalmente a leitura. Mas, se você é um daqueles que não curte muito ler, assista o filme!! Foi uma adaptação totalmente fiel!



Espero que tenham gostado da resenha!! Beijinhos