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Jurassic World (2015)

Em 14.06.2015   Arquivado em filme, resenha
Dia 11 de Junho estreou o novo longa da franquia, intitulado Jurassic World. 20 anos depois da tragédia do primeiro longa, parece que eles não aprenderam a lição e fizeram um parque maior. Os visitantes da nova e mais tecnológica ilha Nublar têm acesso a mais lojas de souvenires e lanchonetes e curtir atrações como montar em pequenos (e fofos) triceratops ou fazer safári entre herbívoros.

Um ótimo programa para quem adora dinossauros, como o pequeno Gray (Ty Simpkins) que, junto de seu irmão Zach (Nick Robinson), ganham entradas grátis para o parque por serem sobrinhos de Claire (Bryce Dallas Howard), a gerente do local. Tudo estava indo bem até que a equipe da engenharia genética decide criar um novo dinossauro para atrair mais público: o Indominus Rex. Claro que isso não ia dar certo. Afim de “verificar se o animal está bem”, foi chamado o ex marinheiro Owen (Chris Pratt), agora treinador de Velociraptors e especialista em comportamento animal. Ele entende os dinossauros como ninguém e logo percebe que tem algo de errado com essa experiência, tão logo quando descobriu que a fera só viveu em cativeiro durante anos e era mais inteligente que dinossauros comuns. É aí que tudo começa a desandar.

 (Sea World versão Jurássica.)

Como não poderia faltar, nesse temos muitos humanos sendo devorados, gritarias, perseguições e sangue. Além disso o filme está cheio de referências ao primeiro, o que me agradou bastante sem contar no CGI perfeito utilizado pros dinos. Há quem diga que Jurassic World é um Jurassic Park adaptado para as tecnologias atuais. Eu concordo.